Há muitos lugares na vastidão deste mundo em que ainda não temos uma proposta de leitura para Ler por aí… Se fosse viajar para Bolonha, Itália, que livro levaria na bagagem? Se tiver uma boa sugestão, aceite o desafio e deixe o seu comentário nesta página ou envie-nos uma mensagem para lerporai@lerporai.com. Divirta-se a Ler por aí… Margarida Branco © Ler por aí…   Mantenha-se a par do que fazemos. Siga-nos:by …

Ler por aí… em Bolonha, Itália continue a ler »

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Recordo-me da estranha humidade durante esse primeiro setembro que passei na cidade. Recordo-me do cheiro a ranço e do ruído constante quando os lojistas subiam e desciam os estores de aço. Recordo-me do som dos carros e das motos a reverberar contra os velhos edifícios de pedra, do som de passos e das vozes que ecoavam nas ruas estreitas. Estava-se em 1975, dois meses antes da morte do general Franco. …

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A promessa de regressar a este livro foi feita em Outubro de 2007. Dez anos depois (dez anos?!) visitei Berlim. Aqui estou, hoje, a terminar este texto sobre A Sétima Porta. Depois de o ler. Depois de o Ler por aí… – este livro acompanhou-me antes, durante e depois de Berlim. São 650 páginas de Berlim, de Sophie, de Isaac, de Hansi, de Vera… 

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Casanova seduzia, seduzia e seduzia. Mas Giacomo Casanova foi uma figura muito mais ampla e interessante, e é aqui retratada nos seus diversos cambiantes. O livro é composto de seis cartas imaginadas pelo autor, Autónio Mega Ferreira. São seis cartas imaginadas, mas que poderiam (ou não) ter sido escritas por Casanova, pois baseiam-se em factos relatados pelo próprio na sua Histoire de ma vie – apesar de, afirma o próprio Mega Ferreira, não se saber, “(…) sequer se Casanova alguma vez esteve em Lisboa, pelo que pode nem as ter escrito. É esse o princípio da ficção.”

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Caro Mário,
Permita-me perguntar-lhe: onde imaginou Tarcisis? A Lusitânia, província do império romano, ocupava o sudoeste da península ibérica. Em Tarcisis, cidade da Lusitânia, estamos seguramente, afastados do Guadiana e do mar: as cinzas de Trifeno “seriam lançadas lá longe, no Anas”; e a certo ponto chega “um carregamento de garum e sardinhas frescas do litoral”. O Mário refere outras cidades da Lusitânia – Emerita (Mérida, a capital da província romana da Lusitânia), Miróbriga (perto de Santiago do Cacém), Ossónoba (Faro), Vipasca (Aljustrel) – que ficam assim excluidas das possibilidades – seriam sempre excluidas, uma vez que Tarcisis é uma cidade ficcionada.

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Considerada por muitos a obra-prima de Aquilino Ribeiro, A Casa Grande de Romarigães narra o apogeu e a decadência das casas fidalgas. Trata-se de “uma crónica romanceada” como o próprio autor a define, e no prefácio narra as peripécias de sua composição, inclusive respondendo ambígua e jocosamente a um “académico de Argamasilha, ou lente de Coimbra”: “- Um romance… ? Deus me livre!”

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