O que caracteriza os números primos é serem apenas divisíveis por si próprios e pela unidade. Um número primo não tem divisores, vale por si. Nenhum outro faz parte da sua composição.
Artigo
Ler por aí… em Uppsala e Estocolmo, na Suécia
Os animais têm faculdades ainda inexplicáveis pela racionalidade. Os gatos, em particular, são seres misteriosos, que desde os tempos mais antigos estão associados a superstições e rituais sagrados. Este gato percebeu (na falta de melhor palavra) que os donos não podiam embarcar no grande navio Vasa. Não se sabe com que sentido o percebeu. Mas conseguiu salvá-los do naufrágio.
Ler por aí… em Goa, na Índia
Acompanhamos a família Zarco desde O Último Cabalista de Lisboa – Tiago é bisneto de Berequias. Três gerações mais tarde, a família que saiu de Lisboa para Constantinopla, partiu para Goa.
Ler por aí… na Graça, Lisboa
Júlia foi uma mulher da primeira república. Não somos informados de onde nasceu, apenas que foi em Lisboa. Reconhecemos, nascidos no mesmo ano que Júlia (que pertenceu à maioria que foi esquecida), quatro figuras que ficaram lembradas: D. Manuel II, António de Oliveira Salazar, o Cardeal Cerejeira, e Fernando Pessoa. Ao longo da narrativa, vão-nos sendo dadas notas do percurso destas figuras, sempre que o de Júlia neles tropeça.
Ler por aí… em Pemba, Moçambique
Baseando-se em apenas uma referência espacial concreta, pode especular-se que esta história se passa numa aldeia – Vila Cacimba, aldeia imaginária – perto de Pemba (antiga) Porto Amélia, na costa Norte de Moçambique. É em Porto Amélia que o negro Bartolomeu Sozinho afirma, com orgulho, ter ingressado ao serviço da Companhia Colonial de Navegação.
Ler por aí… em Quioto, Japão
Rakushisha é a Cabana dos Caquis Caídos, a cabana que serviu de morada a Kiorai, discípulo de Basho. Basho foi um poeta de haiku, os poemas de três versos japoneses. No século XVII, Basho procurou a realização espiritual em forma de haiku.
Ler por aí… numa ilha
Em Ilhas Contadas contamos dez ilhas, em dez contos. Dez contos sim, dez ilhas não. Oito ilhas, uma vez que a Ilha da Madeira, e o Funchal, são cenário de três destas histórias. Helena Marques não nasceu no Funchal, mas ali viveu toda a infância e juventude.
Ler por aí… em Pitões das Júnias
Cornos da Fonte Fria é um cume nevado na Serra do Gerês, onde se pretende construir o farol – biblioteca. Só por si, esta ideia é estranha e fascinante ao mesmo tempo. Inserida no ambiente húmido e verde dos bosques de carvalhos, torna-se onírica.
Ler por aí… no Litoral Alentejano
Este livro é como um mosaico de diferentes histórias que não chegam a entrelaçar-se, embora ocupem o mesmo espaço. O espaço de uma pequena aldeia alentejana, com as suas paredes caiadas e as portas e janelas contornadas a azul, o azul Alentejo. Esta aldeia é Mamarrosa, uma aldeia imaginada pela autora, que terá passado umas férias no Alentejo, que a inspiraram para a escrita deste livro. Sendo uma aldeia imaginada, sabemos que se situa junto ao litoral, e por ser azul, podemos imaginar (também nós) que seria semelhante a Santa Susana, uma pequena aldeia, azul, no concelho de Alcácer do Sal.
Ler por aí… em Lisboa (Alameda e outros lugares)
Duarte Pacheco foi Ministro das Obras Públicas de Salazar e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Projectou o Técnico e a Fonte Luminosa, entre outras obras de vulto na cidade de Lisboa e pelo país fora. Morreu na Cova do Lagarto, na estrada entre Montemor-o-Novo e Vendas Novas.
