Ler por aí… no Huambo, Angola

 “Hosi Mbueti decidiu voltar a Angola uma certa manhã, estava ainda deitado. Havia dez anos que estava refugiado na Zâmbia, pois fugira de Angola durante a guerra civil de 1975. Reuniu toda a sua energia e saltou da cama de solteiro, fazendo gemer as molas. Tinha alugado aquele pequeno quarto à Sra. Banda. Era tão […]

Ler por aí… em Pemba, Moçambique

Baseando-se em apenas uma referência espacial concreta, pode especular-se que esta história se passa numa aldeia – Vila Cacimba, aldeia imaginária – perto de Pemba (antiga) Porto Amélia, na costa Norte de Moçambique. É em Porto Amélia que o negro Bartolomeu Sozinho afirma, com orgulho, ter ingressado ao serviço da Companhia Colonial de Navegação.

Ler por aí… no Botswana

A agência de detectives de Mma Ramotswe ficava situada nos arredores de Gabarone, a capital do Botswana. Ali era a orla do deserto do Calahari, que se via da janela. Os clientes tomavam ali um chá de rooibos e contavam os seus casos, e ali também ela se entregava à reflexão sobre os mesmos, e a trocas de impressões com a sua secretária Mma Makutsi, sobre os ditos mesmos.

Ler por aí… do Cairo a Cape Town

Paul Theroux, no fantástico “Dark Star Safari”, conta-nos uma viagem que fez por terra (com a excepção da primeira etapa, Egipto – Sudão, de avião) – e em meios de transporte “locais” – entre o Cairo e Cape Town. Visitou 10 desses países – Egipto, Sudão, Etiópia, Quénia, Uganda, Tânzania, Malawi, Moçambique, Zimbabwe, e África do Sul. Quase todos anglófonos, e quase todos na África do Leste.

Ler por aí… no Quénia

O Vale do Rift, a grande falha tectónica que se estende desde a Síria até Moçambique, é o berço da humanidade, a região do planeta a partir de onde os nossos antepassados mais remotos iniciaram a longa caminhada e se espalharam por todo o mundo. Sabendo isto, poder-se-á imaginar que os nativos destas regiões sejam os mais genuínos descendentes daqueles seres antigos.